Um espaço onde vozes de todas as culturas se encontram — através da poesia, do conto, do romance. Onde a palavra é abrigo, resistência e encontro.
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Poesia · em destaque
Cartografia do Silêncio
A.M. Sousa · 🇧🇷 Minas Gerais, Brasil
memóriafronteirasexílio
Há mapas que só se leem de olhos fechados,
onde os rios têm nome de quem foi embora
e as fronteiras são feitas de silêncio guardado.
Cada cidade carrega seus mortos andando,
cada janela tem uma história olhando
pra dentro — nunca pra fora.
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O Manifesto do Clube
Em tempos de caos, a palavra não é ornamento — é necessidade. Acreditamos que a literatura atravessa fronteiras onde a política falha, que um poema escrito em swahili fala ao coração de quem só conhece o português, e que o conto de uma escritora do Irã tem tanto a ensinar ao mundo quanto qualquer tratado de paz.
Este clube não tem sede, não tem dono, não tem muros. Existe onde existem escritores dispostos a oferecer sua voz e a ouvir as outras.
As regras do clube
01. Toda língua é bem-vinda. Não há idioma menor aqui.
02. Cada escritor é responsável pela autenticidade do que publica.
03. O diálogo é generoso. Críticas são feitas com cuidado e respeito.
04. Nenhuma cultura é exótica para as outras — todas são igualmente legítimas.
05. Textos de ódio, violência ou discriminação não têm lugar aqui.
06. Colaborar não significa apropriar. Traduções e continuações são feitas com a anuência do autor.
07. O clube é um espaço de pacificação — não de silêncio, mas de escuta.
Quem cuida do clube
O clube é gerido por escritores voluntários de diferentes países. Todo texto passa por uma leitura humana antes de ser publicado — não para censurar, mas para acolher com atenção.